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receita de lucro
 


Bourbon Cascavel , busca pela excelência!

detalhe do coffee shop Hotel Bourbon Cascavel



Escrito por chefe sandra às 12h59
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BOAS PRÁTICAS

 

 

O treinamento de boas práticas nos restaurantes e hotéis deve ser constante, não adianta treinar e não pensar mais no assunto, todas as vezes que o gestor for fiscalizar, tem alguma coisa para melhorar, a prática da filosofia de busca da melhoria constante, não deve ser uma exceção e sim uma regra para o setor de alimentação.

Trabalhando recentemente em uma consultoria no coffee shop do hotel Bourbon em Cascavel no Paraná, fiquei muito feliz com o envolvimento e comprometimento do Gerente Geral Gunnar Georgi, da gestora Mariângela, e de toda a brigada, Todos com um objetivo único, fazer do treinamento de boas práticas um guia para a rotina.

Neste cenário tão favorável, sugeri junto com o treinamento uma ação motivacional

A implantação de um modelo de treinamento que eu já experimentei com sucesso muitas vezes.

Após treinar a equipe, o responsável nomeia um fiscal de qualidade, este colaborador

Tem um mês para fiscalizar se as normas estão sendo cumpridas , faz um relatório(pode ser verbal) ao responsável dos itens que estão ok, e os que precisam melhorar, no final do mês cabe ao fiscal nomear o próximo colaborador que exercerá por 1 mês a função.

Todos os colaboradores serão fiscais, isso ajuda muito a descobrir talentos como organização, liderança, facilidade em resolver problemas, torna os colaboradores mais responsáveis e diminui a responsabilidade de uma só pessoa cuidar de todo o setor e ainda verificar se as normas estão sendo cumpridas.

Um ótimo exemplo de trabalho em equipe.

Porque todo mundo sabe que ninguém consegue administrar sozinho.

Segurança alimentar é assunto muito sério e merece toda a atenção,e todos, sem exceção são responsáveis pelo sucesso da implantação e manutenção da qualidade.

 

 

 

 

 

O treinamento de boas práticas nos restaurantes e hotéis deve ser constante, não adianta treinar e não pensar mais no assunto, todas as vezes que o gestor for fiscalizar, tem alguma coisa para melhorar, a prática da filosofia de busca da melhoria constante, não deve ser uma exceção e sim uma regra para o setor de alimentação.

Trabalhando recentemente em uma consultoria no coffee shop do hotel Bourbon em Cascavel no Paraná, fiquei muito feliz com o envolvimento e comprometimento do Gerente Geral Gunnar Georgi, da gestora Mariângela, e de toda a brigada, Todos com um objetivo único, fazer do treinamento de boas práticas um guia para a rotina.

Neste cenário tão favorável, sugeri junto com o treinamento uma ação motivacional

A implantação de um modelo de treinamento que eu já experimentei com sucesso muitas vezes.

Após treinar a equipe, o responsável nomeia um fiscal de qualidade, este colaborador

Tem um mês para fiscalizar se as normas estão sendo cumpridas , faz um relatório(pode ser verbal) ao responsável dos itens que estão ok, e os que precisam melhorar, no final do mês cabe ao fiscal nomear o próximo colaborador que exercerá por 1 mês a função.

Todos os colaboradores serão fiscais, isso ajuda muito a descobrir talentos como organização, liderança, facilidade em resolver problemas, torna os colaboradores mais responsáveis e diminui a responsabilidade de uma só pessoa cuidar de todo o setor e ainda verificar se as normas estão sendo cumpridas.

Um ótimo exemplo de trabalho em equipe.

Porque todo mundo sabe que ninguém consegue administrar sozinho.

Segurança alimentar é assunto muito sério e merece toda a atenção,e todos, sem exceção são responsáveis pelo sucesso da implantação e manutenção da qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por chefe sandra às 12h34
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Muito mais que light e diet!



Escrito por chefe sandra às 10h39
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ALTERNATIVOS?

Não dá para ignorar a onda verde que assola o mundo, o número de vegetarianos aumenta cada dia mais, dá pra perceber nitidamente nos pedidos em restaurantes e hoteís.

Preparar um cardápio pensando nestes clientes, não é mais um diferencial é uma necessidade, uma tendência. Houve um tempo que os vegetarianos só tinham opção de saladas, frequentavam os restaurantes

com os amigos e pediam salada, em alguns restaurante uma massa com molho de tomates. Mas como tudo evolui, ainda bem, é um ótimo desafio utilizar todos os ingredientes e muita criatividade para preparar

várias opções para surpreender o cliente, se for pensar então nos clientes com restrições alimentares, os celíacos (que não podem consumir glutém), com intolerancia a lactose, diabeticos e outros, aumenta o desafio

consideravelmente. O café da manhã dos hoteís, tem que oferecer muito mais que a granola, os grãos como quinoa,linhaça,amaranto, faz hoje parte da dieta de muitos clientes. Com tantas novidades e variedade

o jeito é se manter atualizado, mudar, acrescentar, criar, inovar.

Comer  e cuidar da saúde tem que ser um prazer, ninguem aguenta comer  um prato que mais parece um remédio, e todo mundo busca saúde e a alimentação tem um papel de destaque.

vegetarianos, pessoas com restrição alimentares, alimentação funcional, tudo isso deixou de ser coisa de gente alternativa, é uma opção, uma filosofia, uma nova maneira de encarar as refeições.

Fica ai a sugestão, mude ou crie seu cardápio para acompanhar essa tendência.Existe vida além do tradicional filé ao molho madeira, e como existe!!!!

 



Escrito por chefe sandra às 10h32
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Escrito por chefe sandra às 11h11
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PAIS E FILHOS!

Existem lugares que são próprios para passeio de fim de semana com a familia, no cardapio além das comidinhas das crianças, ainda tem as piscinas de bolinha, monitores, papel e lápis de cor. Mas alguns restaurantes

que buscam um ambiente calmo, boa música, carta de vinhos bacana, esses esperam receber casais e grupos de jovens interessados em serviço de qualidade, mas não dá pra colocar na porta, proibido a entrada de crianças!

Os jovens casais podem sair pra jantar levando os pequeninos, por isso o restaurante tem que estar equipado com o básico:

Cadeira para bebês

Copos e pratos de acrilicos

se possivel uma toalhinha ou babador(que pode ser levado depois pelos pais como cortesia).

Mas nada livra de uma saia justa, criança chorando alto, criança correndo pelo restaurante. E não é preciso ter uma piscina de bolinha no lugar, buscar  na brigada alguem com mais

jeitinho de lidar com crises, e tentar ajudar os pais, sem mostrar que está aflito com o comportamento da criança, deixando os pais constrangidos. Não dar espaço para a reclamação dos

outros clientes, incentivando-os a crucificar os pais e a criança. Se a criança estiver fazendo muito barulho, tentar diminuir o barulho do restaurante, abaixar a música, pedir que

 a brigada que não faça muito barulho com louças e talheres . E depois quando tudo voltar ao normal, então é hora de colocar uma música bem suave, agradar os clientes com um licor, ou um café

de cortesia.

E  na despedida do casal, um atencioso ate logo

e um sorriso bem bonito e sincero pra criança, porque se eles não começam a conviver em sociedade logo cedo, como vão se tornar cidadãos

educados e disciplinados? Neste momento compreensão e paciência é tudo!



Escrito por chefe sandra às 11h06
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Grande e... vazio!!!!!



Escrito por chefe sandra às 17h40
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QUANTO MAIOR MELHOR!

Quanto maior o restaurante, com mais lugares, melhor. Sim é claro que mesa é sinonimo de faturamento.Mas não significa que é melhor, porque melhor envolve muita coisa.

Então antes de pensar em lugares e lucratividade, vamos pensar em custo fixo, a máxima 1 garçon atende bem 5 mesas é real, depois ainda tem brigada de cozinha, limpeza, estoque, e por ai vai...

Manter a conta de luz, água, funcionário, estoque, tudo isso precisa de dinheiro, e no inicio o dinheiro virá do capital de giro, entulhar mesas e cadeiras atrapalhando o movimento dos garçons nas mesas,

defnitivamente não pode ser melhor coisa nenhuma, e ainda mais grave, ninguem gosta de entrar em restaurante vazio, e se ele for enorme, piorou.

Alguns restaurantes precisam ser grandes, churrascarias, por exemplo, principalmente rodizio. Mas não é uma regra.

Então restaurante com poucas cadeiras não faturam, será? será que so existem alguns pequenos notáveis? Se o empresário não conhecer muito sobre restauração, é muito bom que comece pequeno e vá crescendo

aos poucos. Um restaurante grande, é como uma empresa ou casa grande, precisa de muita organização, dinheiro, tempo.

Pequeno, médio, grande, o tamanho depende de quanta lenha se tem para queimar, ou seja a projeção financeira bem feita, estudada, calculada, para ser eficiente.

Cuidado que como diz uma amigo muito sábio "Olho grande não entra na China".

 



Escrito por chefe sandra às 17h25
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Escrito por chefe sandra às 15h16
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TERCERIZAR

Muitos hotéis  tercerizam alguns de seus serviços, o restaurante por exemplo. A convivencia de diferentes estilo de administração, podem gerar conflitos, mas em uma parceria bem feita

dá pra ser feliz.

O café da manhã tem número garantido de clientes (muito bom para o restaurante que ganha a venda sem muito esforço), isso claro o café já estar incluso na diaria, assim também como

os coffee breaks e todo o serviço de eventos. Mas tem ai um pequeno espinho é que o serviço de hotelaria, é frenético, não para, são 24 horas de dedicação, café, almoço, jantar, eventos, room service.

Tudo isso ao mesmo tempo na maioria das vezes. E depois tem a assombração da baixa temporada, se cai o movimento do hotel, acaba influenciando no movimento do restaurante. A brigada enorme, para atender

todas as necessidades do hotel, e claro, o conflito de interesses , e as reclamações dos hóspedes que na maioria das vezes vai  para o hotel.Administrar conflito faz parte das tarefas de administrar.

Neste caso, o que é combinado não sai caro, a conversa deve ser franca, antes de assinar o contrato, saber tudo sobre o hotel, sua filosofia, seu público, periodos de baixa etc.

Ao hotel cabe conhecer o empreendedor, que tipo  de restaurante, ter referências da qualidade,  preço e tudo mais que puder pesquisar e conhecer.

Com isso tudo pode ser muito mais fácil.

 

 



Escrito por chefe sandra às 15h06
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Em obra!



Escrito por chefe sandra às 21h34
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HORA DE CRESCER!

Quando tudo está indo muito bem, o restaurante dando lucro, clientes fidelizados. É hora de crescer. Mas qual das opções escolher.

- Reformar salão e cozinha?

-Mudar para um lugar maior?

- Abrir um outro restaurante com outra proposta?

-Franquear?

 

Depende, depende do capital disponivel, do mercado, da disponibilidade de tempo, e da logistica

 

A reforma traz muitos incovenientes, ter que  fechar o restaurante por um tempo, a insegurança de perder os clientes, a nescessidade de trazer novidades, no cardápio, carta de vinhos

ou entretenimento para garantir o retorno dos clientes e conquistar novos clientes, A reforma vai lembrar os dias da inauguração.

Mudar para um lugar maior,  é bom, porque dá pra continuar funcionando, e fazer a reforma simultaneamente, é preciso tomar cuidado com mudanças muito bruscas

de bairro por exemplo, de identidade também.

Abrir um novo restaurante com outra proposta , aproveitando a experiencia com o primeiro empreendimento, só funciona se o restaurante não estiver muito apertado.É um novo

desafio, e pode ser uma nova maneira de conquistar clientes que potencialmente, não seriam clientes, do primeiro restaurante.

Franquear, requer muito mais que experiencia em restaurante, a logistica tem que ser planejada e estudada, para atender em cidades e estados diferentes, é preciso

ter um planejamento de marketing e negocios muito profissional. Franquear não é só participar de uma feira de negocios com uma boa ideia, é muito mais que isso,

exige tempo integral, consultoria especializada em negocios, fornecedores, transporte. é possivel, é e é ,também um ótimo negocio, mas só se estiver muito, muito mesmo

a oferecer.

 



Escrito por chefe sandra às 21h22
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QUEM GANHA COM O TREINAMENTO?



Escrito por chefe sandra às 21h08
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Escrito por chefe sandra às 21h07
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TREINAR É UM PERIGO!

Parece absurda! e, é, mas eu já ouvi várias versões dela. Há empresários que morrem de medo de investir em um treinamento, por um único motivo,depois de treinado, o

funcionário arruma outro emprego, na maioria das vezes ganhando mais, e pior ainda, no concorrente. O que fazer, não treinar. Isso sim é absurdo.

Treinar não é importante, é mais que nescessário, se o funcionário vai embora, acredite, ele iria mesmo sem receber o treinamento.

Na área de alimentos e bebidas é muito normal a alta rotatividade de funcionários, e, o empresário nunca para para pensar no inverso, ele também pode

contratar um funcionário treinado com o dinheiro do concorrente.

Eu sei que dinheiro não dá em árvore, e  ver o dinheiro do treinamento  indo embora é triste. Situação pior é ter profissionais sem bagagem trabalhando.

Deixe o mundo girar, sai aqui, contrata alí, o importante é fazer a sua parte , e bem feita.

Para não perder todo o dinheiro, nunca treine um único funcionário , se não for possivel, faça dele um multuplicador, ele transmite

o que aprendeu com o maior número de funcionários.

Invista no teu funcionário sem medo. Bom para voce, bom para ele, bom para o mercado.

 

 

 



Escrito por chefe sandra às 20h39
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